Morada

A influência do movimento surrealista, pesquisado a partir do método de criação do pintor René Magritte

Descrição

É um espetáculo de linguagem contemporânea que expande fronteiras entre as artes, misturando o teatro (plasticidade), a dança moderna (sincronicidade) e a música (trilha ambiental sonora).

Na construção da linguagem, o grupo assimilou técnicas do Teatro do Silêncio do norte americano Bob Wilson, que constituem em repetições dos movimentos, fragmentações, congelamento das ações e câmera lenta – como forma de expressão corporal; com teorias do Teatro do Absurdo de Samuel Beckett e do Teatro da Crueldade de Antonin Artaud.

O trabalho interpretativo é baseado nas investigações de Jerzy Grotowski e Eugênio Barba.

A expressão corporal é fundamentada na dança moderna, reforçando a plasticidade dos movimentos, dispensando a necessidade do verbal e acentuando o lirismo.

O espetáculo apresenta a influência do movimento surrealista, pesquisado a partir do método de criação do pintor René Magritte, explorando o inconsciente através do universo onírico, onde as cenas foram compostas através do processo da Gestalt, permeando o campo da semiótica, o que permite o espectador relacionar-se com os signos.

Este espetáculo ficou entre os 7 destaques do Festival internacional de Teatro de Curitiba entre 158 espetáculos.

Ficha técnica

Direção: Marcio Pimentel
Elenco: Juliana Alvarez, Mariza Basso, Ricardo Camargo e Susane Manzuti